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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Fagner admite atraso no salário e espera resposta da diretoria

Tomás Rosolino São PauloSP

Lateral é um dos líderes do grupo e espera que a diretoria resolva o assunto rapidamente (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)
Lateral é um dos líderes do grupo e espera que a diretoria resolva o assunto rapidamente (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

O lateral direito Fagner admitiu na tarde desta sexta-feira que o salário referente ao mês de novembro não foi pago para a maioria dos jogadores do Corinthians. Apontado como um dos líderes do elenco tanto pela longevidade no clube quanto por ser um dos poucos atletas de seleção, o defensor afirmou ainda que espera se reunir com a diretoria para saber quando as pendências com o grupo de atletas serão quitadas.
“Conversando com a maioria dos atletas, ainda não foi pago o salário de novembro dos jogadores. E é isso, espero que nos próximos dias isso seja resolvido”, disse, antes de comentar que foi ele quem teve de procurar contato com a cúpula alvinegra para pedir explicações sobre o atraso.
“Com os atletas ninguém falou nada, mandei até uma mensagem para o Alessandro há alguns dias, ele me passou uma situação. Até hoje (sexta-feira) a gente estava vendo se conversava com eles para ver o lado deles e ter uma situação definida”, continuou o jogador, procurando minimizar os efeitos disso dentro de campo.
“Não é fácil, né, a gente sabe que há muito tempo isso não acontecia. Foi um fato que aconteceu. Vamos tentar deixar de lado para que a diretoria resolva o quanto antes. Nosso papel é desempenhar bem dentro de campo e vamos deixar para a diretoria resolver o quanto antes”, avaliou.
A própria diretoria já havia se posicionado reconhecendo, em uma nota oficial, que “uma parte dos salários ainda não havia sido paga em decorrência de um problema no fluxo de caixa”. Essa é a primeira vez, desde o ano passado, que o grupo tem atrasos nos vencimentos, algo que chegou a diversos meses para nomes como Ralf e Renato Augusto, em 2015.

“É difícil comparar, era um outro grupo. Esse ano foi complicado pelo tanto de atleta que saiu. Teve que refazer um time duas vezes. pressão é grande, Corinthians tem que estar sempre lá em cima. A gente fica chateado também por não estar lá em cima, mas, com relação a salário, acho que tem que ser resolvido lá dentro mesmo”, encerrou.

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