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domingo, 25 de dezembro de 2016

"Sr. Libertadores", Victor cita clima do torneio e pede respeito aos brasileiros Em sua quinta participação consecutiva pelo Atlético-MG e a oitava na carreira, goleiro vê caminho difícil para Flamengo e Botafogo, mas afirma: "Não tem vida fácil"

Por Santo Anastácio, SP
Victor Bagy, goleiro, Atlético Mineiro, Santo Anastácio (Foto: Valmir Custódio / GloboEsporte.com)Recuperando-se de lesão, Victor curte férias em sua cidade (Foto: Valmir Custódio / GloboEsporte.com)
Ídolo da torcida e um dos líderes do Atlético-MG dentro de campo, o goleiro Victor está prestes a atingir uma marca expressiva. Em 2017, o arqueiro vai disputar a sua oitava Libertadores, a quinta consecutiva pelo clube atleticano. Números que colocam o jogador entre os mais experientes do elenco e dos brasileiros no campeonato e lhe dão ainda mais confiança para encarar a principal competição da temporada. Com o sorteio realizado nesta semana, o arqueiro lembrou das dificuldades do torneio sul-americano que vão além da qualidade técnica dos adversários.
– Quando se fala de Libertadores, acho que ninguém tem vida fácil. Evidentemente que o Atlético pegou clubes de menor tradição, digamos assim, no cenário sul-americano, mas nós temos aí exemplos de equipes que tiveram sucesso. Fomos do mesmo grupo do Independiente Del Valle, que foi finalista este ano, também já fomos do mesmo grupo do Nacional, do Paraguai, que foi finalista em 2014, então, não há vida fácil. São jogos complicados, às vezes logísticas difíceis, campos difíceis de jogar, pressão... então, talvez, em termos de tradição, os times não são potências sul-americanas, mas temos que ter todo o respeito e o cuidado para termos aí um bom início de Libertadores – disse o goleiro.
VICTOR NA LIBERTADORES

2016 - Atlético-MG
2015 - Atlético-MG
2014 - Atlético-MG
2013 - Atlético-MG
2011 - Grêmio
2009 - Grêmio
2006 - Paulista (SP)
Se no papel, o Galo terá um caminho "tranquilo" nesta primeira fase, com três adversários de menor expressão – Libertad-PAR, Godoy Cruz-ARG e Sport Boys-BOL –, outros brasileiros terão que penar para "sobreviver". No entanto, segundo o arqueiro atleticano, é bom ninguém subestimar o futebol pentacampeão do mundo.
– O grupo do Flamengo é um grupo com equipes mais tradicionais, são equipes fortes (San Lorenzo-ARG, Universidad Catolica-CHI e um a ser definido). Os brasileiros que entram nas segunda fase da Libertadores, como o Botafogo, por exemplo, acredito que terão um caminho um pouco complicado também, mas acho que a gente também tem que fazer os outros times olharem os brasileiros com respeito, com temor. Quando se fala no futebol brasileiro, todo mundo tem que respeitar. Acredito que temos tudo aí para que os times brasileiros façam uma grande Libertadores em 2017 – destacou.
A gente também tem que fazer os outros times olharem os brasileiros com respeito, com temor. Acredito que temos tudo aí para que os times brasileiros façam uma grande Libertadores em 2017
Victor, goleiro do Atlético-MG
Campeão do torneio em 2013, Victor, que está prestes a completar 34 anos, sabe que a caminhada rumo ao título não é nada fácil e que só existe uma maneira de se dar bem: ralando muito. E quanto à matemática para avançar no torneio internacional, o goleiro ressalta que a fórmula mais eficaz é não bobear em casa.
– Para você ser campeão não tem segredo, tem que trabalhar. O segredo do sucesso é trabalhar. É estar todo mundo focado, todo mundo concentrado e, principalmente, no mata-mata, é fazer o dever de casa. Isso é primordial para você conseguir ter êxito na competição. Fazendo a sua parte em casa e buscar pontos, ou pelo menos o empate, fora de casa, você têm grandes chances de conseguir ter sucesso na Libertadores.
Victor defesa pênalti jogo Atlético-MG Tijuana (Foto: Reuters)Victor em uma das cenas mais emblemáticas da Libertadores: pênalti contra o Tijuana, em 2013 (Foto: Reuters)
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