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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Teixeira: ‘Tudo Que Me Acusam No Exterior Não É Crime No Brasil’

O ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira considerou
O ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira considerou “inconclusivo” o “Relatório Garcia” divulgado pela Fifa que o aponta como um dos receptores de propina para a escolha do Catar como sede da Copa do Mundo de 2022. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo nesta quarta-feira, o dirigente brasileiro, que voltou a viver no Rio, descartou deixar o Brasil e firmar acordo de delação premiada nos Estados Unidos.
Teixeira negou que tenha ligado para o ex-presidente do Barcelona e ex-diretor da Nike Sandro Rosell para pedir conselhos sobre um local “seguro” para morar. “Tem lugar mais seguro que o Brasil? Qual é o lugar? Vou fugir de quê, se aqui não sou acusado de nada? Você sabe que tudo que me acusam no exterior não é crime no Brasil. Não estou dizendo se fiz ou não”, afirmou Teixeira.
O “Relatório Garcia” da Fifa aponta que Teixeira e o ex-presidente da AFA, Julio Grondona, teriam usado um amistoso das seleções brasileira e argentina, em 2010, no Catar, para encobrir a compra de votos por parte dos asiáticos. O ex-presidente da CBF disse que não leu o documento da Fifa, mas o considerou “inconclusivo”.
“O preço do jogo que fizemos no Qatar com a Argentina foi literalmente o mesmo do contrato dos outros jogos”, disse. Ele alega ter recebido 8,5 milhões de dólares antecipados, em 2006, da empresa dona dos direitos da seleção, porque a CBF estaria em dificuldades financeiras na ocasião. “Sempre estamos ruim de grana”, disse Teixeira, que garantiu ter toda a documentação para provar o que diz. “inconclusivo” o “Relatório Garcia” divulgado pela Fifa que o aponta como um dos receptores de propina para a escolha do Catar como sede da Copa do Mundo de 2022. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo nesta quarta-feira, o dirigente brasileiro, que voltou a viver no Rio, descartou deixar o Brasil e firmar acordo de delação premiada nos Estados Unidos.
Teixeira negou que tenha ligado para o ex-presidente do Barcelona e ex-diretor da Nike Sandro Rosell para pedir conselhos sobre um local “seguro” para morar. “Tem lugar mais seguro que o Brasil? Qual é o lugar? Vou fugir de quê, se aqui não sou acusado de nada? Você sabe que tudo que me acusam no exterior não é crime no Brasil. Não estou dizendo se fiz ou não”, afirmou Teixeira.
O “Relatório Garcia” da Fifa aponta que Teixeira e o ex-presidente da AFA, Julio Grondona, teriam usado um amistoso das seleções brasileira e argentina, em 2010, no Catar, para encobrir a compra de votos por parte dos asiáticos. O ex-presidente da CBF disse que não leu o documento da Fifa, mas o considerou “inconclusivo”.
“O preço do jogo que fizemos no Qatar com a Argentina foi literalmente o mesmo do contrato dos outros jogos”, disse. Ele alega ter recebido 8,5 milhões de dólares antecipados, em 2006, da empresa dona dos direitos da seleção, porque a CBF estaria em dificuldades financeiras na ocasião. “Sempre estamos ruim de grana”, disse Teixeira, que garantiu ter toda a documentação para provar o que diz.
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