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sábado, 23 de dezembro de 2017

Vácuo: como a saída de Anderson Barros impacta mercado do Vasco Gerente de futebol foi o responsável por todo o mapeamento do clube para reforços. Em um ano de Vasco, conseguiu controlar incêndios e ter relação próxima com o elenco

Por Felipe Schmidt, Rio de Janeiro

saída de Anderson Barros vai impactar diretamente na movimentação do Vasco no mercado. O ex-gerente de futebol, que acertou ida para o Botafogo, foi o responsável por todo o mapeamento de reforços do clube. Ele deixa o clube com boa parte do planejamento definido e os nomes de interesse contactados.
Sem ele, cria-se um vácuo no processo de montagem do elenco, agora com o vice-presidente de futebol, Eurico Brandão, sozinho na missão de conversar com os nomes que interessam.
A diretoria deve escolher até terça-feira quem vai seguir tocando as negociações. A princípio, não deve vir ninguém de fora, mas a cúpula ainda estuda a possibilidade.
Anderson Barros está de saída do Vasco após um ano como gerente de futebol (Foto: Paulo Fernandes / Vasco)Anderson Barros está de saída do Vasco após um ano como gerente de futebol (Foto: Paulo Fernandes / Vasco)Anderson Barros está de saída do Vasco após um ano como gerente de futebol (Foto: Paulo Fernandes / Vasco)
Barros foi o responsável por sondar os jogadores indicados por Zé Ricardo e montar todo o quadro financeiro de cada um deles. Era ele quem tratava com empresários e dirigentes sobre possíveis reforços para depois levar a Euriquinho. Por exemplo: Anderson fez o contato com o Luverdense para tentar trazer o volante Ricardo por empréstimo.
Anderson deixa o Vasco com dois reforços acertados para 2018: o volante Desábato e o atacante Rildo. Também alinhavou a renovação com Breno e Wellington – o clube aguarda resposta de ambos sobre a proposta que fez a eles.
Bom relacionamento com os atletas
Anderson chegou ao Vasco em dezembro de 2016, após trabalho no Vitória. Participou da montagem do elenco desta temporada e preencheu a lacuna na estrutura de futebol. No ano anterior, o Vasco tinha Isaías Tinoco como superintendente, e Eurico Brandão tocando o futebol, mas ainda sem ser oficialmente o vice-presidente da pasta.
Anderson ao lado de Eurico Brandão, o Euriquinho, vice-presidente de futebol do Vasco (Foto: Sofia Miranda / Globoesporte.com)Anderson ao lado de Eurico Brandão, o Euriquinho, vice-presidente de futebol do Vasco (Foto: Sofia Miranda / Globoesporte.com)Anderson ao lado de Eurico Brandão, o Euriquinho, vice-presidente de futebol do Vasco (Foto: Sofia Miranda / Globoesporte.com)
Coube a Anderson realizar algumas das missões espinhosas no ano. Ele, por exemplo, tocou a rescisão de Rodrigo – o zagueiro, inclusive, não gostou da maneira como o caso foi tratado e chegou a criticar o gerente publicamente.
A saída de Rodrigo, aliás, gerou um incêndio para Anderson controlar. Ao saber que o amigo deixaria o clube, o atacante Luis Fabiano se irritou e chegou a ir na sala do gerente pedir para rescindir. Coube a Anderson aparar as arestas com o atacante.
O estilo discreto de Anderson agradou ao elenco. Ele tinha bom relacionamento com a maioria dos atletas, justamente por ter contato mais próximo com eles no cotidiano.
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