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sábado, 27 de janeiro de 2018

Diego Souza reencontra Cássio e o Pacaembu no seu primeiro São Paulo x Corinthians

O Majestoso deste sábado trará algumas lembranças positivas à mente dos torcedores do Corinthians. Foi no Pacaembu, onde será disputada a partida contra o São Paulo, que o goleiro Cássio viveu um dos seus momentos mais memoráveis a serviço do clube. E justamente diante do meia e atacante Diego Souza, grande reforço do rival para 2018.
Em 23 de maio de 2012, dois anos antes de ter um estádio próprio, o Corinthians foi ao Pacaembu para decidir com o Vasco uma vaga nas semifinais da Copa Libertadores da América. Aos 17 minutos do segundo tempo, porém, ficou próximo de acumular mais uma frustração no estádio municipal em uma edição do torneio continental.
Após uma falha do lateral direito Alessandro – hoje, gerente de futebol do Corinthians –, o então vascaíno Diego Souza avançou livre de marcação para colocar a sua equipe em vantagem no marcador. Ele só não contava com Cássio. Firmando-se como titular na vaga de Julio Cesar na época, o goleiro esticou o braço para fazer uma defesa histórica.
“Eu estava no camarote do Pacaembu. Sendo auxiliar do Corinthians, não perderia um jogo desse”, sorriu o técnico Fábio Carille, na sexta-feira. “Não lembro de o Cássio ter falado alguma coisa depois. O que me marcou foi o alívio do Alessandro. Ele disse que, se o Vasco tivesse marcado o gol, precisaria fazer um buraco do Pacaembu até Assis Chateaubriand, a cidade dele no Paraná”, acrescentou.
Após Cássio parar o hoje são-paulino Diego Souza, o volante Paulinho anotou, de cabeça, o gol da vitória e da classificação do Corinthians, que viria a superar o Santos nas semifinais e o argentino Boca Juniors na decisão daquela Libertadores. Expulso, o técnico Tite festejou o triunfo diante do Vasco junto com torcedores, nas cadeiras numeradas do Pacaembu.
Na tarde deste sábado, Cássio voltará ao estádio paulistano com outro status. O goleiro também teve grande atuação na final do Mundial de Clubes de 2012 e firmou-se como ídolo do Corinthians. No ano passado, recobrou os cuidados com a forma física e ficou credenciado para ajudar a Seleção Brasileira de Tite na Copa do Mundo da Rússia, torneio que Diego Souza também alimenta esperanças de disputar.
“Renovei o meu contrato (até o final de 2021) e quero bater recordes e metas. Jamais vou apagar o que outros goleiros fizeram, como o Ronaldo, mas quero continuar aumentando os meus números”, avisou Cássio, recentemente, ciente de que boas atuações em clássicos também são relevantes para o seu currículo. Hoje, ele já acumula 324 jogos como corintiano, com 251 gols sofridos.
Do outro lado, Diego Souza começa a escrever sua história no São Paulo. Principal reforço do clube para a temporada, logo em sua primeira partida como titular, o versátil jogador marcou o gol que abriu o caminho da vitória por 2 a 0 sobre o Mirassol, na última quarta-feira.
O clássico, que para ele não tem favorito, será uma oportunidade de revanche do famigerado duelo da Copa Libertadores, já que será a primeira vez desde então que voltará ao Pacaembu para enfrentar o Corinthians de Cássio. O retrospecto do meia-atacante contra o rival, aliás, não é dos melhores: 39%, com sete vitórias, cinco empates e dez derrotas.
Para piorar, seu único gol diante do time alvinegro ficou praticamente esquecido na história do empate entre Corinthians e Palmeiras, por 1 a 1, pelo Paulistão de 2009. É que Ronaldo marcou o seu primeiro tento com a camisa alvinegra nos minutos finais daquele Derby, que ficou na memória pela vibrante comemoração do Fenômeno com a torcida junto ao alambrado do estádio em Presidente Prudente.
“Eles têm o mando, mas dentro de campo são 11 contra 11. O nosso time está em formação, mas tem jogadores de qualidade que podem jogar de igual para igual contra qualquer equipe”, avaliou Diego Souza.
Fonte: Gazeta Esportiva
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