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sábado, 31 de março de 2018

Corinthians e Palmeiras começam a decidir o Paulistão neste sábado

Quis o destino que a grande final do Campeonato Paulista colocasse frente a frente os dois grandes rivais do futebol paulistano: Corinthians e Palmeiras se enfrentam neste sábado, às 16h30, na Arena Corinthians, em São Paulo, no primeiro jogo da decisão. 
Foto - César Grego/Agência Palmeiras
Como não poderia ser diferente, a história entre os dois clubes é recheada de rivalidade, provocação, brigas, desentendimentos, mas também muita bola na rede e futebol bonito.
CLÁSSICO INESQUECÍVEL
Difícil resumir o clássico em apenas uma partida, mas, quando se trata de Paulistão, o jogo mais marcante de todos é, provavelmente, a final de 1999, quando o Corinthians se sagrou campeão. Justamente a última vez que os dois rivais se encontraram numa decisão de Paulistão.
Depois de vencer o primeiro jogo por 3 a 0 fora de casa, o time do Parque São Jorge já estava com uma mão na taça. No Morumbi, estava garantindo o empate por 2 a 2 quando Edilson Capetinha arriscou algumas embaixadinhas.
O lance desconcertante do jogador ficou gravado na história do derby, principalmente pelo que veio em seguida: uma briga generalizada. Jogadores do Palmeiras partiram para cima de Edílson.
A Polícia Militar teve que intervir e o árbitro encerrou o jogo antes do tempo regulamentar, porque não havia condições de seguir a partida. De olho no título do rival, os palmeirenses ironizaram: “a culpa não é nossa se eles não têm Libertadores. Que fiquem com o Paulistinha”. Provocação que aumentou ainda mais a rivalidade.
MISTÉRIO...
Depois de o Corinthians avançar nos pênaltis contra o São Paulo, em um jogo bastante desgastante na parte física e emocional, o técnico Fábio Carille afirmou que ainda não definiu o time titular que levará a campo.
Para completar, ele não deu qualquer indício da equipe que poderá escalar, pois resolveu não realizar uma atividade tática no gramado, onde reuniu um grupo de 15 jogadores para uma conversa. Nela passou orientações visando a decisão, antes de liberá-los de volta à academia do CT para trabalhos musculares e de recuperação física.
Após este papo com os atletas, Carille concedeu entrevista coletiva e explicou os motivos para ainda estar estudando a melhor escalação para o time.
"A equipe não está definida ainda. O departamento médico passa que o tempo ideal de recuperação é de 72 horas (entre um jogo e outro). Isso não é uma lamentação, mas uma ferramenta que precisamos ter.
Os jogadores saíram desgastados e passarão por uma avaliação amanhã cedo. Mas já está tudo definido para eles. Não é uma lamentação, mas preciso escutar o departamento físico", afirmou o comandante.
POUCAS DÚVIDAS
As dúvidas em relação à escalação não são poucas, pois, além dos problemas físicos do elenco, o treinador precisa encontrar uma formação que venha a propiciar maior eficiência ofensiva do que a exibida na vitória por 1 a 0 sobre o São Paulo.
Neste jogo, disputado quinta-feira, o gol que provocou a disputa por pênaltis só foi ser marcado aos 47 minutos do segundo tempo, sendo que foram muito poucas as chances reais de gol criadas pelo time alvinegro.
Carille optou por escalar diante dos são-paulinos uma equipe sem um jogador de referência no ataque, no qual não se sabe ainda se o treinador promoverá o retorno de Romero, novamente à disposição após ter defendido a seleção paraguaia em amistosos. Na zaga, porém, já é certo que o seu compatriota Balbuena, também convocado para estes duelos do time nacional, retomará o seu posto de titular no lugar de Pedro Henrique.
ACREDITANDO...
Do outro lado, o técnico Roger Machado, do Palmeiras, também não revelou a escalação do time na coletiva desta sexta-feira, após o último treino antes da partida. Mas o treinador adiantou que espera ter o lateral-direito Marcos Rocha à disposição. O jogador se recupera um desgaste muscular que o tirou da volta da semifinal contra o Santos e ainda é dúvida para o clássico.
"Ele ainda faz trabalhos à parte e uma pequena parte conosco (nos treinos). Vamos ter de ver no sábado ainda a utilização dele no clássico. Espero poder contar com ele", disse Roger. Roger ainda comentou sobre a possibilidade de escalar Borja, de volta depois de servir a seleção colombiana, como titular diante da equipe alvinegra. Ele fez mistério.
"Pode ser que sim, poder ser que não. Obviamente que a escalação a gente tem definida, mas para fazer manutenção do mistério e da estratégia vamos confirmar só no sábado. Pode ser com Willian, Keno, retorno do Miguel. Primeiro jogo de dois jogos da decisão, pode ser com estratégia diferente."
ENTREGA 110%
O treinador falou que a entrega dos jogadores para o duelo contra os corintianos estará em "110%" e descartou um possível corpo mole no primeiro derby do ano, na primeira fase do Paulista, em que o Palmeiras foi derrotado por 2 a 0.
"Nossa avaliação interna passa muito mais pela estratégia do adversário e a nossa, que não funcionou naquele jogo", disse Roger.
"É inevitável que, em uma decisão, a entrega seja de 110%. Não se disputa uma final com esse clássico desde 1999, a rivalidade já motiva a todos os envolvidos."

Fonte: Futebol do Interior
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