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quarta-feira, 25 de abril de 2018

Palmeiras prepara recurso ao STJD e vai até a Suíça para tentar impugnar Paulista

O Palmeiras se prepara para recorrer ao STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) após o TJD-SP (Tribunal de Justiça Desportiva do Estado de São Paulo) arquivar na última segunda-feira o caso contra a FPF (Federação Paulista de Futebol).
O "Verdão" tenta provar que houve interferência externa na decisão do árbitro Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza em anular o pênalti que havia concedido durante o 2º tempo da final do Campeonato Paulista, contra o Corinthians, em 8 de abril.
A informação foi dada à ESPN pelo advogado José Luis Oliveira Lima, contratado pelo time alviverde especificamente para este caso.
"Estamos concluindo a petição", informou Lima, conhecido como Dr. Juca, à reportagem.
Primeiro, o Palmeiras deve acionar na quarta-feira o TJD-SP para pedir a impugnação da partida. Esse pedido vai a julgamento no Pleno do Tribunal, que irá julgar se dá prosseguimento ao pedido ou se o nega novamente. Caso receba nova negativa, o STJD será acionado.
A ESPN também apurou que, caso o STJD tome a mesma decisão do TJD-SP e resolva não dar prosseguimento à causa, o Palmeiras irá recorrer à CAS (Corte Arbitral do Esporte), na Suíça, que é a última instância desportiva.
No novo pedido ao TJD-SP e no possível recurso ao STJD, o "Verdão" deve usar o novo material obtido pela empresa de investigação norte-americana Kroll, que também foi contratada pela equipe palestrina para o caso contra a FPF.
Na última segunda-feira, um relatório da agência alegou que Márcio Verri Brandão, membro da Comissão Estadual de Arbitragem da FPF, utilizou um celular à beira do gramado, o que infringe o regulamento do Estadual e também da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).
O documento da Kroll ainda aponta que o celular teria sido usado nos momentos decisivos da marcação e depois anulação do pênalti por parte do árbitro Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, oito minutos depois dele anotar falta de Ralf em Dudu dentro da área.
Durante a leitura do relatório do caso, na segunda-feira, o procurador Marcelo Monteiro, do TJD-SP, não citou o material reunido pela empresa de investigação. Ele disse que isso não havia sido entregue e não constava nos autos do processo.
"Nos últimos dias, ouvi comentários sobre a contratação de uma empresa de investigação. No entanto, nos autos, nada existe nesse sentido (de uso de celular", salientou.
"Sequer houve pedido de juntada de prova com base na produção de empresa de caráter privado. Desconhecemos nos autos qualquer prova nesse sentido", complementou.

Fonte: ESPN
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