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domingo, 26 de agosto de 2018

Rani Yahya não se opõe a enfrentar outros brasileiros: "Não é a Copa do Mundo" Após finalizar Luke Sanders no UFC Lincoln, lutador brasiliense reforça que quer disputar cinturão dos galos e explica nova postura mais assertiva: "Tenho confiança agora"

Por Combate.com, Lincoln, EUA
Rani Yahya posa com seus treinadores na American Top Team: lutador credita treinos na equipe por bom momento (Foto: Mike Roach/Getty Images)
O peso-galo brasileiro Rani Yahya conquistou sua terceira vitória consecutiva ao bater o americano Luke Sanders no UFC Lincoln, na noite de sábado. A sequência positiva deixou o atleta brasiliense tão confiante que, mesmo sem estar colocado no top 15 da divisão, ele fez um desafio ao campeão TJ Dillashaw quando ainda estava no octógono.
- Eu quero enfrentar os melhores na divisão e me tornar campeão. Eu quero enfrentar Dillashaw e vencê-lo. Já tenho muitas lutas, tantas vitórias. Quem está vencendo como eu nesta divisão? Se eu tiver que fazer mais uma luta antes de disputar o cinturão, me dê o desafiante número 1 - acrescentou Yahya na sala de imprensa após sua luta, em entrevista ao site "MMA Junkie".
Enfrentar o desafiante número 1 significaria encarar um compatriota brasileiro - ou Marlon Moraes, ou Raphael Assunção, ambos com bons casos para enfrentar Dillashaw pelo cinturão em seguida. Yahya fugiu do senso comum de que "brasileiro não enfrenta brasileiro" e disse não se opor a um confronto desses, embora esteja mirando outros nomes.
- Neste momento, eu aceito qualquer um deles. Isto não é a Copa do Mundo de futebol, e acho que é bom para o Brasil, dois brasileiros lutando neste nível. Mas há muitos outros caras, não só do Brasil. Estou focado nesses outros, no Dillashaw, no (Cody) Garbrandt, esses caras - analisou.
A postura falante e desafiadora é novidade vindo de Rani Yahya. O brasiliense é conhecido por ser bastante relaxado e não provocar ninguém. Contudo, a mudança para a American Top Team mudou sua mentalidade.
- Por muito tempo, eu não conseguia desempenhar o meu melhor. Estava fazendo de 50 a 60%. Na última vez que perdi, fiz muitas mudanças. Mantive a consistência, mudei para a American Top Team, e estou tendo o camp de treinos perfeito. Tenho a confiança. Tenho a confiança agora. Quero lutar contra os melhores - explicou.
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